Vejo cordéis ao torno da lua
São fantasias de sonho ébrio
A quimera que me faz extenua
Nasce poeta e chora sem verbo
No fogo quente das meias noites
O visitante sai das estrelas
Fugindo temprano de rodas ermas
Amargando doces intempéries
Sabor destino do que faz ninguém
Repleta de uma ausência torpe
Urge o tempo entre, que sonhem!
Cruza o céu o cordel da sina
Canta Afrodite no seu castelo
a harmonia do fogo belo que tardia
ps.: Eu nunca tinha escrito um Soneto.
Só tu pra me colocar no meio disso tudo.
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3 comentários:
Nunca tinha lido nada escrito em versos por ti. :) Interessante, mas eu não abro mão dos teus contos.
PS: Em tese, isso não é um soneto. Sonetos tem 14 versos (geralmente dois quartetos e dois tercetos)
Acho que tu te enganou.
Se eu li bem, e eu o fiz, ele tá é em Mi maior.
agora as linhas tão certinhas, óun.
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